Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

Entrevista do Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura ao Jornal Altominho (04-12-2008)

Entrevista do Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura ao Jornal Altominho, edição de 04 de Dezembro de 2008. Trabalho realizado pela jornalista Lúcia Soares Pereira.

 

“António Pereira Júnior é presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura há 16 anos e em entrevista ao "AltoMinho" fala da evolução do concelho, do seu isolamento ao exterior por causa dos acessos e ainda de outros projectos que gostaria de ver concretizados. Confessa que ainda não tomou uma decisão se vai ou não recandidatar-se e comenta questões relacionadas com a Comunidade Intermunicipal.

AltoMinho - A que se deve a evolução do concelho nestes últimos anos?

António Pereira Júnior - Deve-se à necessidade que sentimos de criar as infra-estruturas que faltavam no concelho todo, desde completar o abastecimento domiciliário de água, a rede viária municipal e, agora, o saneamento em todas as freguesias do concelho. Para além disso, temos realizado obras de requalificação de alguns espaços nos centros das freguesias para que as pessoas possam encontrar-se e conversar. Na sede do concelho também tivemos necessidade de, em colaboração com os comerciantes da vila, recuperar e requalificar os estabelecimentos comerciais. Requalificamos, ainda, as ruas e largos da vila, não desfazendo as raízes que eram apanágio da nossa vila, mas que com outro mobiliário urbano e com pavimentação das ruas, procuramos dar uma imagem mais arejada e mais moderna. Na área do ambiente, também tivemos a preocupação de procurar criar condições de modo a que as nossas freguesias não fossem estragadas com construções menos próprias e através das escolas tentamos alertar para a necessidade de defesa do ambiente, mantendo o concelho de Paredes de Coura com esta qualidade de vida e qualidade ambiental que foi legada pelos nossos antepassados. Em termos económicos também procuramos que houvesse algum desenvolvimento, apesar de sermos um concelho de interior, onde tudo passa ao lado. A A3 passa aqui no nosso concelho, mas a sede do concelho não está ligada a essa via, faltando construir 12 quilómetros de uma via rápida que nos ajudará a trazer as pessoas, mais do que as levar para fora.

AM - Tem sido recorrente ouvir dizer que Paredes de Coura está isolada devido aos acessos.

APJ - O problema de Paredes de Coura são os acessos, a nível nacional, pois no que respeita à rede viária municipal pede meças a qualquer concelho do distrito. Qualquer cidadão courense que more numa das freguesias do concelho acede rápido e facilmente à vila. Quanto aos acessos exteriores, que são da responsabilidade do Estado, andamos há mais de 12 anos a pedir que nos façam essa ligação à Auto-Estrada, que passa no nosso concelho, mas que não nos serve. Por mais que a gente se esforce, mostrando a necessidade dessa via para conseguirmos um desenvolvimento mais rápido, não conseguimos fazer com que os governantes olhem para nós com olhos de ver. Somos poucos e em termos eleitorais não somos importantes e, quando assim é, deixa-se ficar para trás.

AM - Considera, então, que o facto de não conseguirem a construção desse acesso tem a ver com o factor de ser um concelho pequeno?

APJ - Tem. A nossa luta não tem sido uma luta partidária, tem sido uma luta contra a forma como o Estado funciona. Não temos conseguido que olhem para nós. Pedimos que nos dêem essa hipótese de nos desenvolvermos mais rapidamente. Essa via rápida trazer-nos-ia aquela população do outro lado da fronteira, que são três milhões de habitantes espanhóis, com um nível de vida superior ao nosso e que é um povo que gosta de passear e passa por todo o distrito, mas não chega a Paredes de Coura. Por mais esforços que se façam para projectar a imagem do concelho e projectar com espectáculos de impacto nacional e internacional, como o Festival Paredes de Coura, que também já faz parte do calendário dos espanhóis, não conseguimos trazer muita gente durante o ano. Também temos a Feira Mostra, que está a ultrapassar as nossas fronteiras, e tem muito a ver connosco, com a nossa maneira de ser. É uma feirinha que fazemos e a juventude acorre em grande número e diverte-se. Os espanhóis também começaram a descobrir isso. Temos feito um esforço muito forte para localizarmos o nosso concelho no mapa, internacionalmente, mas as acessibilidades penalizam-nos fortemente.

AM - Que políticas têm sido desenvolvidas na área social?

APJ - Em termos de desenvolvimento social, temos tido uma política muito forte de acção social de modo a podermos chegar a todos os idosos no nosso concelho. E são muitos. A nossa população está cada vez mais envelhecida e mais dependente. Nós temos obrigação de acudir essas pessoas, que deixam de satisfazer as suas próprias necessidades e começam a abandonar-se a si mesmas. Criámos ou ajudamos a criar nas freguesias estruturas físicas onde os idosos se possam encontrar, como Centros de Dia e Centros de Noite. Recuperámos também habitações que estão degradadas para que os idosos tenham melhor qualidade habitacional. Gostaria que o concelho estivesse muito melhor, mas para isso só uma varinha mágica ou então muito dinheiro para podermos fazer tudo aquilo que ainda é necessário, para que nós, como terra, consigamos atingir um patamar que gostaria que atingíssemos.

AM - A criação dos dois pólos industriais foi uma aposta da Câmara Municipal?

APJ - Sim, já de há alguns anos a esta parte. Criámos, numa primeira oportunidade, um pólo na freguesia de Castanheira e antes mesmo de esse pólo ser preenchido criámos um outro na freguesia de Formariz, que começa a ficar preenchido com outras indústrias, o que quer dizer que, nesta altura, temos perto de 700 postos de trabalho criados. Num escalão etário dos 18 aos 25 anos não temos desemprego. Onde se nota mais desemprego, e não é muito incidente, é no escalão etário a partir dos 35, porque os empresários não gostam de empregar gente com essa idade. Os ordenados que aqui se pagam ainda são muito pequenos e não captam a atenção da nossa juventude, sendo que muitos saem daqui, até para a vizinha Espanha, procurando outras condições. Temos também procurado ajudar os jovens na qualificação das suas formações quer em termos de formação profissional, quer em termos de formação académica. Desde o nascimento das crianças até que entram no mundo do trabalho apoiamos. Relativamente a creches, o nosso concelho já tem uma cobertura na ordem de 35 por cento. No próximo ano, vamos ter mais duas creches o que dá um atendimento superior a 60 por cento. Neste momento estamos a ajudar muitos jovens que estão a estudar nas universidades e sabemos que ao fazê-lo estamos a ajudá-los a encontrar o caminho de saída do concelho, porque não temos emprego de qualidade para eles, que o têm de procurar noutro lado. É um fado que temos de cumprir. Não podemos deixar de qualificar a nossa juventude só porque os queremos prender. Pode ser que vencendo na vida se lembrem da terra deles.

AM - Que imagem tem do concelho?

APJ - A imagem que tenho da terra é realmente de um concelho pobre, pequeno, com envelhecimento da população preocupante. A taxa de natalidade está a começar a subir, mas a taxa de mortalidade é também muito acentuada.

AM - Há algum projecto que gostaria de ver concretizado até ao final do mandato?

APJ - Num concelho como o de Paredes de Coura, e que sofreu atrasos durante muitos anos, as necessidades são enormes, desde logo nas estruturas básicas. Atacaram-se os problemas por prioridades que eram precisamente essas e, agora, criadas essas estruturas, estamos numa fase de levar o saneamento básico a todas as freguesias, o que é uma obra megalómana para o Orçamento da Câmara. Além do custo, a execução dessas obras obriga a escavacar todas as estradas que depois precisam de ser recuperadas. É um trabalho gigantesco que demora alguns anos a ser concretizado, já que o Orçamento da Câmara, só por si, não consegue valer de modo a que as obras se possam realizar mais depressa. Espero, neste ano que falta, lançar a concurso as cinco freguesias que faltam das 21 que o concelho tem. Apesar de só faltar um ano para o fim do mandato temos a preocupação das acessibilidades exteriores ao concelho. Temos feito um trabalho insano nessa área, mobilizando a atenção dos nossos governantes através de acções em que têm entrado todos os presidentes de Câmara do distrito. Nós, os dez, já fomos três vezes a Lisboa para tentar sensibilizar o Ministros das Obras Púbicas e o primeiro-ministro para a necessidade de fazerem esta ligação a Paredes de Coura.

AM - Os restantes presidentes estão solidários com Paredes de Coura?

APJ - Todos. Aliás, dizem todos que a primeira necessidade em termos de rede viária é a ligação de Paredes de Coura ao nó da Auto-Estrada e, no entanto, há outras necessidades que também são importantes como a recuperação da EN13 que liga Viana do Castelo a Valença e também a conclusão do IC1, chegando a Valença, porque a Espanha está do outro lado e também está a ser construída uma Plataforma em Valença, que vai criar centenas de postos de trabalho e é necessária uma rede viária mais desimpedida do que a existente. Mais do que isso, o TGV vai parar em Valença, onde vai existir uma estação para passageiros e mercadorias. No entanto, na opinião dos autarcas do distrito, estas necessidades não se sobrepõem à necessidade da ligação de Paredes de Coura à A3. Estou convencido de que para o ano o ministro venha anunciar o início do concurso ou o lançamento dessa obra. Mas como já tem prometido tantas vezes e andamos há mais de dez anos nisto, já estou a ficar um pouco céptico nessa matéria.

AM - Para quando a construção da nova Biblioteca Municipal?

APJ - A biblioteca existente já tem muitos anos e não tem condições. Está completamente ultrapassada e há mais de dez anos que vínhamos a elaborar um projecto para a instalação da biblioteca em condições mais modernas e onde existisse também valências de fonoteca, videoteca, sala para as crianças poderem brincar, entre outras. Queremos uma biblioteca mais moderna e virada para as necessidades da população estudantil. Candidatamo-nos a financiamentos para fazer essa Biblioteca, o projecto, que consistia no aproveitamento do antigo edifício escolar primário da sede do concelho, andou de um lado para o outro, durante mais de dez anos, para ser aprovado. Era um projecto muito lindo e muito moderno, há dez anos, e foi aprovado agora. Queríamos colocar a obra a concurso, mas também não nos deixam, porque não há dinheiro para nos pagarem o financiamento. Pedimos que, pelo menos, nos deixem avançar com a obra e que paguem a comparticipação depois. Não andamos a nadar em dinheiro, pelo contrário, temos dificuldades financeiras e de tesouraria assustadoras, mas eu com o visto do Instituto da Biblioteca e do Ministério da Cultura era capaz de poder acorrer a fundos comunitários para comparticipar aquilo que eles não comparticipam. Mas sem o visto não consigo fazer nada. Estou atado de pés e mãos à espera que alguém no ministério se lembre de ter a boa vontade de nos deixar abrir concurso e começar a obra. Portanto, ainda não sei quando vai iniciar a obra, que já devia estar feita.

AM - Sente-se frustrado de alguma maneira por estas questões dos acessos e da biblioteca?

APJ - Não me sinto frustrado, sinto-me triste. Mas nunca deitei a toalha ao chão e espero, no tempo que me falta, não o fazer. Nunca desisto, porque eu vim para aqui com espírito de missão, para trabalhar. Gosto muito da minha terra e de a desenvolver. A verdade é que às vezes estas contrariedades entristecem-nos e desanimam-nos. Mas no dia seguinte lá reanimamos e voltamos a percorrer o mesmo caminho, a ver se conseguimos levar a carta a Garcia. Estou convencido que o iremos fazer, mas depois de muito tempo, de muito trabalho e muitas canseiras, que vão desgastando o nosso sistema nervoso e o da população.

AM - Pensa numa recandidatura nas próximas eleições?

APJ - Nesta altura toda a gente pensa nas eleições que vêm e eu não fujo à regra e nem posso fugir, até porque já fui convidado pela Comissão Política do PS de Paredes de Coura para me recandidatar. Mas estas coisas têm sempre um tempo certo e eu entendo que ainda não é esse tempo. Estamos a uma distância de quase um ano das próximas eleições e pode sempre acontecer qualquer coisa e eu ainda não respondi à Comissão Política. Eles sabem da minha ideia que é a de tentar arranjar um outro candidato e eu passar o testemunho. A verdade é que ainda não conseguimos entendermo-nos nessa matéria. Ainda não me decidi sobre o assunto e queria que a decisão quando fosse tomada fosse de harmonia com a Comissão Política do PS.

AM -O que pensa da posição de Viana do Castelo em não querer aderir à Comunidade Intermunicipal?

APJ - Penso que é uma posição que tem um cunho extremamente importante em termos de satisfação pessoal. Penso que politicamente não se justifica que Viana do Castelo não esteja na Comunidade, desde logo porque é a capital de distrito. Nós, os nove, respeitamos isso e colocamos a sede da CIM em Viana do Castelo, quando poderia ser em Paredes de Coura, como se chegou a sugerir. Gostaríamos que a capital de distrito também estivesse connosco nesta fase do QREN. Não foi possível, porque, para mim, há interesses pessoais e políticos nesta matéria e a questão que se coloca é que são dois políticos do Partido Socialista, Rui Solheiro e Defensor Moura. Acho que não se justifica, como também não se justifica colocar os vianenses uns contra os outros nesta questão do referendo.

AM - O referendo não faz sentido?

APJ - Não faz sentido nenhum. Não tinha de haver referendo. Viana do Castelo tinha de estar neste processo como nós estamos e os outros Municípios. O que está em jogo é a contratualização de fundos comunitários, de 70 milhões de euros que têm de ser repartidos por aqueles que fazem parte da CIM. Viana do Castelo, mesmo que possa acorrer, como nós, a outros fundos comunitários, fora da contratualização que se vai fazer com o governo, não vai nunca conseguir ir buscar os fundos que lhes tocaria se estivesse na CIM. O problema do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo é dizer que tem muitos mais habitantes que outros concelhos, e é verdade que sim, queria que a votação para os órgãos sociais da associação fosse em vez de "um município, um voto" fosse pelo número de habitantes e isso não se vê em lado nenhum. Na Associação Nacional de Municípios a Câmara de Paredes de Coura tem um voto exactamente igual ao da Câmara de Lisboa. Na Europa, o nosso país, que é pequenino, tem um voto como, por exemplo, Inglaterra. O que nós conversamos entre nós foi que se não largava-mos mão dessa regra para eleição dos órgãos sociais, naturalmente quando se procedesse à distribuição dos fundos comunitários iríamos ter em conta o número de habitantes, a área e as necessidades de cada concelho. E Viana levaria o seu quinhão, com certeza, muito maior que o de Paredes de Coura, e pacificamente. Aliás, foi o presidente da Câmara de Viana que numa das nossas reuniões preparatórias da comunidade sugeriu que a distribuição dos fundos comunitários fosse através do Fundo Equilíbrio Financeiro, com as suas regras. Todos aceitamos isso.

AM - O que é que mudou, então?

APJ - Não percebo. Quer dizer, percebo. São interesses pessoais. O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, porque é presidente da Câmara capital de distrito pensava que tinha o direito de ser ele o presidente da Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima.

AM - Se Viana do Castelo tivesse aderido desde o início a esta comunidade, poderia ter sido eleito Defensor Moura como seu presidente?

APJ - Não e naturalmente que por Defensor Moura saber isso é que se pôs de fora. Rui Solheiro é um líder fantástico, um homem que tem condições naturais, pessoais e humanas para ser um líder que nós respeitamos. Solheiro é um homem humilde e se trata dos problemas do concelho dele também trata dos meus. Não é capaz de levar nada mais para o seu concelho se os outros municípios não levarem, dentro daquilo que é possível trabalhar. É um indivíduo que está disponível para tudo e, portanto, um líder incontestável, entre nós, e é também um cavalheiro no trato connosco. Quando se vai votar decide-se das várias propostas que existem e escolhe-se uma. Nós escolhemos o Solheiro. A liderança também tinha de ser do Solheiro, porque eram seis câmaras do Partido Socialista, sem Viana, e era lógico que o presidente fosse do PS. Mas a vice-presidência ficou entregue a Francisco Araújo, PSD, e José Manuel Carpinteira, PS. Estas coisas foram negociadas e foi votado por unanimidade.

AM - Espera que Viana do Castelo possa, ainda, entrar nesta comunidade?

APJ - Estou convencido que sim. Não sei o que o referendo irá dar e se calhar também não é importante. O importante é que os líderes de Viana do Castelo ponderem bem, porque Viana não pode ir buscar os milhões que lhes tocaria nesta contratualização a lado nenhum. Perde-os e se calhar a população não está bem informada disso.”

Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 12:14
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