Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013

Centenário da classificação da Igreja Românica de Rubiães como Monumento Nacional

 
 
Com a devida vénia, transcrevemos o seguinte artigo do Blogue do Minho:
 
 
 
PAREDES DE COURA: FAZ HOJE CEM ANOS QUE O GOVERNO CLASSIFICOU A IGREJA DE RUBIÃES COMO MONUMENTO NACIONAL
 
 

O decreto foi publicado no Diário do Governo nº. 29, de 6 de fevereiro de 1913, e consta do seguinte:

 

“Ministerio do Interior

Direcção Geral da Instrução Secundaria

2.ª Repartição

 

Atendendo a que a igreja paroquial de Rubiães, concelho de Paredes de Coura, sendo um interessante exemplar da época românica, reúne, em vista do seu valor artístico e arqueológico, as necessárias condições para lhe ser conferido o título de monumento nacional;

Sobre proposta do Ministro do Interior e em termos do artigo 42º do decreto de 26 de Maio de 1911: hei por bem decretar que a referida igreja paroquial de Rubiães seja considerada monumento nacional.

 

O Ministro do Interior assim o tenha entendido e faça executar.

 

Paços do Governo da República, em 1 de Fevereiro de 1913 = Manuel de Arriaga = Rodrigo José Rodrigues.”

 

 

Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 11:07
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Exposição “Casa da Câmara de Coura: modernidade, infortúnio e renascimento”

 

De 5 de Maio de 2009 a 31 de Janeiro de 2010| Arquivo Municipal - Casa do Couçoeiro
A sua inauguração coincidiu com o 1.º aniversário de abertura ao público do Arquivo Municipal, em 5 de Maio de 2008. Pode ser visitada durante o horário de expediente, de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 12:30 e das 13:30 às 17:00.
A mostra inclui uma grande diversidade de documentos, entre Livros de Actas da Autarquia, correspondência, a planta original do edifício dos Paços do Concelho, fotografias que documentam a evolução do imóvel desde o século XIX até à actualidade, jornais antigos, entre outros.
Arquivo Municipal de Paredes de Coura - Casa do Couçoeiro
Rua do Conselheiro Miguel Dantas
Telef. 251780105
arquivo@cm-paredes-coura.pt
Imbuído do espírito progressista trazido da “Terra de Vera Cruz”, para onde emigrara na adolescência, Miguel Dantas estreia a sua longa actividade de Presidente da Câmara de Paredes de Coura (1882-1895) com a apresentação do projecto de construção do edifício dos Novos Paços do Concelho, na sessão camarária de sete de Janeiro de 1882.
Ícone de um intenso conjunto de melhoramentos locais concretizados a um ritmo sem precedentes, viria a ser inaugurado em seis de Janeiro de 1884. A Casa da Câmara, projectada por J. P. Oliveira Martins, foi erigida num local sobranceiro da vila. Conforme ressalta Narciso Alves da Cunha, na monografia “No Alto Minho – Paredes de Coura”, “a sua situação airosa e desafogada, no meio de um largo, dá-lhe ares de soberania entre os outros prédios que o cercam. Parece estar ali para cumprimentar, em nome da terra, os forasteiros que a visitam”.
 
Na publicação “O Minho Pittoresco”, José Augusto Vieira faz referência ao “moderno edifício dos paços do concelho, tribunal e mais repartições públicas”, que provocou uma deslocação do poder, simbolizado pelo pelourinho, da antiga “Praça Pública”.
Reconhecido, o povo quis prestar, em 1932, uma homenagem a um dos seus beneméritos mais saudosos, o Conselheiro Miguel Dantas, mediante a inauguração de um monumento evocativo da sua acção política em favor do concelho.
Pelo facto de albergar os vários serviços administrativos, o largo -, cuja toponímia foi aprovada em reunião de Câmara de 15 de Abril de 1899, com o objectivo de homenagear o Visconde de Mozelos -, e artérias fronteiras ao imóvel tornaram-se pontos fulcrais da convivialidade ao longo de sucessivas gerações courenses. Porém, o infortúnio haveria de se manifestar: à meia-noite do dia 19 para 20 de Maio de 1981, um violento incêndio deflagrou no 1.º andar do edifício dos Paços do Concelho, onde estava situado o Tribunal, tendo provocado a destruição quase completa desse acervo, bem como a perda irremediável de outros documentos dos serviços aí instalados.
 
Comandados por Romeu João de Carvalho, os Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura combateram o sinistro, noite fora, com a colaboração de outras corporações, provenientes de localidades vizinhas, a que se juntaram muitos funcionários públicos e simples cidadãos. A imagem das labaredas, a azáfama das gentes e o crepitar da madeira ainda hoje permanecem na memória dos munícipes. O edifício da Junta de Freguesia acolheu provisoriamente a Câmara Municipal até à inauguração dos remodelados Paços do Concelho, e da Casa da Cultura, em 21 de Setembro de 1985, cerimónia presidida, com pompa e circunstância, pelo então Ministro da Cultura, António Coimbra Martins.
Quando completa 125 anos, a Casa da Câmara fita os olhos no futuro, encarando os novos desafios que se colocam a quem está ao serviço da população.
Organização e textos: Arquivo Municipal de Paredes de Coura
Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 11:37
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Passado e Presente - 16

Largos de Hintze Ribeiro e do Visconde de Mozelos  1956

 

Largos de Hintze Ribeiro e do Visconde de Mozelos  2009

Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 16:24
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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Imagens de antanho

Inauguração da "nova" Igreja Matriz de Paredes de Coura

5 - V - 1963

 

De linhas simples, a sua arquitectura é anterior às normas provindas do Concílio Vaticano II, porém ao longo da sua existência vários melhoramentos e alterações tem vindo a atingir alguns desses preceitos.
Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 19:36
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Cantinhos da Vila de Paredes de Coura - 24

 

Na azáfama do dia-a-dia, muitas vezes nem reparamos nos pormenores dos edifícios que compõe o nosso centro histórico. Penso que a imagem que hoje publico neste post é exemplo disso. Trata-se na entrada principal do antigo palacete do Dr. António Cândido Nogueira, no Largo do Visconde de Mozelos. Observe-se na parte superior da foto, um elemento que restou de um mastro de bandeira que ali existiu, e no arco da porta uma excelente obra de cantaria (folha de planta enrolada). Mas, no meu entender, o que mais se destaca é o magnífico trabalho em ferro: para além da coroa de Visconde,  observam-se ainda as letras V e M (Dr. António Cândido Nogueira era filho do 1.º Visconde de Mozelos).

Passem por lá, observem e depois digam algo.

 

Publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 21:29
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