Domingo, 8 de Novembro de 2009

27 a 29 de Novembro | Sexta-feira a Domingo | CEIA
I JORNADAS MICOLÓGICAS DO CORNO DE BICO
”Os Cogumelos na saúde e no Ambiente”
- Palestras
- Percurso pedestre
- Atelier de culinária
- Concurso de fotografia digital

Local: CEIA – Centro de Educação e Interpretação Ambiental (Chã de Lamas, Vascões)
Preço:
Programa completo: 75 cantarelos (incluí refeições, alojamento, caminhada, seguro, enquadramento técnico, certificado e recordação)
Jornadas sem dormida: 45 cantarelos
Inscrições até 16 de Novembro: Câmara Municipal (251780100) e CEIA (251780010).
Para mais informações:
251780010 / 927401500 / 914922245
ceia@cm-paredes-coura.pt
Terça-feira, 21 de Julho de 2009

CEIA - Centro de Educação e Interpretação Ambiental
16 a 22 de Agosto
A EXPLORAÇÃO DA NATUREZA DO CORNO DE BICO
Campo de férias em regime residencial
As férias escolares de Verão decorrem na Paisagem Protegida do Corno de Bico. O campo de férias privilegia as actividades de descoberta da natureza, o contacto com a fauna e flora do Corno de Bico e diversas actividades de ar livre. Há também actividades nocturnas e a visita a um outro parque de descoberta da natureza e aventura.
Programa e inscrições disponíveis a partir de 16 de Julho (CEIA e Câmara Municipal).
Entrada - dia 16 de Agosto às 18:30
Dos 6 aos 16 anos
Preço: 50€ (alojamento, refeições e actividades acompanhadas por monitores)
Para mais informações contactar CEIA ou Câmara Municipal
CEIA - Centro de Educação e Interpretação Ambiental
Lugar de Lamas - Vascões
Horário: De 3.ª a Domingo das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00
Informações: 251 780 010
ceia@cm-paredes-coura.pt
Câmara Municipal de Paredes de Coura
Largo Visconde de Mozelos
Tel. 251 780 100
Quarta-feira, 27 de Maio de 2009
"Gado bravo só não vem dormir na nossa cama"
Cavalos e vacas abandonados pelos montes destroem plantações
Três autarcas de Paredes de Coura emitiram um pedido de socorro ao Governo para tentar solucionar o velho problema da destruição de culturas agrícolas por gado equino e bovino que anda à solta nos montes.
Em Bico, Vascões e, mais recentemente, Mozelos, a população vive em sobressalto porque não há horta ou pasto que resista às investidas dos animais semi-selvagens. "Temos sido martirizados. O gado bravo só não vem dormir connosco à cama", queixa-se António Raínho, 69 anos, morador no lugar de Lamas, freguesia de Vascões, uma zona onde existiu uma colónia agrícola e hoje não há ninguém que não tenha já sofrido prejuízos com a descida das 'burras' (nome que a população dá aos cavalos) e das vacas dos baldios para as povoações à procura de pasto.
"Porta por porta não há ninguém que não se queixe. Isto é uma bicharada que devora tudo", corrobora a mulher de António, Delfina Raínho, de 66 anos, lamentando: "Não nos têm deixado nada para o nosso rebanho. Temos tudo vedado a rede mas não adianta. Um dia destes eu e mais o meu marido fomos no tractor e quando chegámos ao nosso terreno, à beira da estrada, lá estavam dentro três bois enormes".
À porta dos Raínho vai-se juntando vizinhança, enquanto os donos da casa desfiam histórias sem parar. "Sou bombeiro e um dia destes vinha à noite para casa e contei 19 vacas na estrada. Não me atrevi a passar porque elas são bravas atiram os cornos ao carro e estragam tudo", conta o marido de Delfina, logo seguido por mais um testemunho da mulher: "Um vizinho nosso que foi ao monte procurar um bocadinho de mato para trazer para os estábulos, quando saiu do tractor, foi atacado por uma vaca e foi parar ao hospital. Nunca mais se soube mais nada, porque depois os donos do gado não se acusam, e pronto, mal do homenzinho que ficou empenado". "Aqui tem sido uma miséria. Carros inutilizados, pessoas aleijadas, tudo por causa desse gado maligno…", lastima.
Que o diga Maria de Sousa, que ao 75 anos exibe numa perna as marcas de um episódio vivido com animais bravios. "Uma vez foram-me às couves e eu fiquei aleijada porque fui atrás das 'burras' para as tirar do campo e caí", lembra a idosa, deixando transparecer nas palavras a sua revolta: "Até tinha coragem de lhe dar um tiro".
Histórias como estas ouvem-se por toda a região, principalmente, nas freguesias de Vascões e Bico, e, por causa disso, há mesmo quem defenda que a destruição de cultivos explica o aparecimento de animais mortos a tiro ou envenenados no concelho. Recorde-se que no ano passado foi encontrada na área da Paisagem Protegida de Corno de Bico uma dezena de garranos chacinada a tiro de zagalote e, mais recentemente, foram encontradas outras três cabeças de gado equino abatidas a tiro na freguesia de Mozelos. Até agora, as autoridade não acharam explicação para o sucedido, apesar de, pelo menos, no primeiro caso, as investigações se encontrarem sob a alçada da Polícia Judiciária.
in: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viana%20do%20Castelo&Concelho=Paredes%20de%20Coura&Option=Interior&content_id=1243850
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
Tal como estava agendado, realizou-se no passado dia 20 de Julho, uma caminhada de encerramento do ano catequético, desde a Vila de Paredes de Coura até Vascões, mais concretamente ao CEIA (Centro de Estudo e Interpretação Ambiental - Paisagem Protegida do Corno de Bico.

Depois de uma passagem pela freguesia de Paredes de Coura, e em grande parte pelo lugar de Lamamá, o primeiro descanso teve lugar na praia fluvial de Casaldate, na freguesia de Parada.

Seguindo paralelamente ao Rio Coura, os caminhantes chegaram à Capela de São Gonçalo, iniciando de imediato a subida íngreme até à entrada do caminho do “Porto Velho”.

Várias imagens, ao longo do percurso, foram nos marcando, eis algumas:

Vacas "Piscas" (Barrosã) no lugar de Casaldate - Parada

Moínho no Caminho do "Porto Velho"

No mesmo caminho atrás referido, encontra-se a "Laje de escorregar". Mário Pedro Sousa, técnico de ambiente, e nosso guia na caminhada, exemplificou a melhor maneira de deslizar...

Foi, também através de Mário Pedro, que os caminhantes ficaram a conhecer a erva aromática: Termentelo.
Depois da zona de "Porto Velho", a viagem chega ao fim no lugar de Lamas, em Vascões, onde ainda houve tempo de apreciar uma pequena poça, parte das mamoas ali existentes e a antiga colónia agrícola (onde se situa o CEIA, num edifício construído de raiz e no aproveitamento da antiga Escola Primária e Casa do Professor).

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Após duas horas, o grupo de caminhantes chegou finalmente ao CEIA, seguindo-se depois um almoço, e uma tarde de convívio onde não faltaram os jogos tradicionais.

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Jogo da Malha

Jogo do Chavelho